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Segundo estudos de empresas Químicas, os melhores óleos solúveis para o processo de usinagem são os sintéticos e semissintéticos, produtos ecologicamente corretos, com elevada taxa diluição (de em média 5%) e vida útil que pode ultrapassar seis meses na máquina sem necessidade de substituição.
Fabricados artificialmente, estes óleos rendem e duram até três vezes mais que os óleos de origem mineral, que possuem taxa de diluição geralmente menor, vida útil média de apenas 2 meses e cuja extração consome os recursos naturais do planeta.
“Apesar do preço por litro ser mais alto, os óleos solúveis sintéticos ou semissintéticos são sempre mais vantajosos. Eles melhoram a qualidade da usinagem e, por serem mais duráveis, acabam reduzindo o custo do processo devido à necessidade de menor número de trocas em um mesmo período”, destaca Marcos Pacheco, engenheiro químico da Quimatic Tapmatic. “Isso reduz também o volume de compra, o período em que as máquinas ficam paradas para a troca de óleo e os custos com o descarte do produto após o uso”.
Enquanto o óleo sintético conta com teor zero de óleo mineral em sua fórmula, o semissintético é uma mescla de óleo mineral com lubrificantes sintéticos, neste caso com o teor de óleo mineral restrito a no máximo 40%.
Nos últimos anos, as novas fórmulas dos óleos produzidos artificialmente evoluíram para deixar os produtos equivalentes ao óleo solúvel mineral no que diz respeito ao poder de lubrificação, mas com a vantagem de garantir maior vida útil à solução. Estes óleos solúveis minimizam o desgaste excessivo de ferramentas; evitam que as peças apresentem acabamento inadequado; e, além disso, reduzem a vibração, o ruído exagerado e os danos nas ferramentas de corte ao reduzir atrito e calor excessivos.
Sustentabilidade
Comprometidas com a sustentabilidade, as indústrias cada vez mais substituem os óleos solúveis de origem mineral pelos semissintéticos e sintéticos. Atenta à demanda por produtos menos agressivos ao meio ambiente.